quarta-feira, 11 de junho de 2008

O anemômetro tirou o recorde de Maurren Maggi nos EUA




A saltadora brasileira melhor ranquiada da IAAF, Maurren Higa Maggi, participou, neste domingo (8), do Grande Prêmio de atletismo de Eugene, no Oregon (Estados Unidos) e fez sua melhor marca no ano: 7,02 metros.

A notícia de abertura desta reportagem tinha tudo para ser bastante comemorada. Claro, pois, que deve ser comemorada pelo esforço da atleta em tentar bater seus 6,91 metros conquistados no Rio de Janeiro em 18 de maio passado. Ela passou 11 centímetros acima.

Mas teve um fator que impediu a atleta de estar no topo do ranking da IAAF nesta semana: o vento. É, acreditem, a International Association of Athletics Federation, não homologa saltos com vento a favor acima de 2 m/s (metros por segundo). E no momento do salto, Maggi teve um vento de 3,3 m/s.

Parece que a vice-campeã da competição Funmi Jimoh (EUA), fez 6,85m com vento de 2,6 m/s assoprou (brincadeira) o anemômetro (aparelho que mede a velocidade do vento). A terceira colocada em Eugene foi Tatyana Kotova, da Rússia, que marcou 6,69 m sem ajuda do vento.

Saltadoras Olímpicas
O salto em distância terá uma boa briga nos jogos Olímpicos neste ano. Pelo ranking da IAAF 2008, a primeira colocada é Brittney Reese (6, 93m), seguida por Funmi Jimoh (6,91m), ambas americanas. A terceira é exatamente a brasileira Maurren Maggi (6,91m) e a quarta vem a russa Tatyana Kotova (6,83m).

Nesse grupo elencado por Run For Life está a campeã Olímpica em Pequim. Claro que correndo por fora há outras cinco ranqueadas e mais as brasileiras Keila Costa e Gisele de Oliveira.

Veja as 10 melhores da IAAF até o momento:
1 - Brittney Reese (EUA) - 6, 93m
2- Funmi Jimoh (EUA) - 6,91m
3 - Maurren Maggi (BRA) - 6,91m
4 - Tatyana Kotova (RUS) - 6,83m
5 – Akiba Mckinney (EUA) – 6,79m
6 – Bianca Kappler (ALE) – 6,73m
7 – Viktoriya Rybalko (UCR) – 6,73m
8 – Ruky Abdulai (CAN) – 6,72m
9 – Jana Veldáková (SVK) – 6,72m
10 – Patricia Sylvester (GRN) – 6,71m
E mais...
21 – Gisele de Oliveira (BRA) – 6,66m
24 – Keila Costa (BRA) – 6,65m

Arnaldo de Sousa, jornalista e corredor
Foto: CBAt

domingo, 8 de junho de 2008

Tirunesh Dibaba bate recorde mundial nos 5.000 com 14:11”15



A etíope de 23 anos Tirunesh Dibaba bateu o recorde mundial nos 5.000 metros feminino em Oslo, na Noruega neste sábado com o tempo de 14min11seg15milésimos e disse: “eu poderia correr mais forte”, no final da competição.

Na corrida, até a sexta volta era liderada pela russa Anna Alminova (passando 1.000m a 2:48”08; 2.000 5:43”64). Tirunesh Dibaba acompanhada por sua irmã Ejegayehu Dibaba e da queniana Lucy Wangui, estava bem claro quem eram as competidoras entre 15 concorrentes.

Ejegayehu passou a liderar a corrida nos 3000m (8:38”83), mas logo que essa marca foi atingida Tirunesh passou para a frente se apercebeu que elas estavam três segundo cima do registro de horário. Um quilómetro depois ao ritmo de 11”28.44 Dibada já estava realmente na competição

"A minha irmã estava dizendo que eu podia fazer isso (quebrar o recorde mundial)", disse Dibaba, "que estou na minha melhor forma. Eu podia ver que eu estava fora do ritmo após os primeiros 3 km, e por isso me empurraram para a frente. "
"Eu não estava esperando tal recorde, mas é muito importante para mim. Foi o meu sonho quebrar um recorde mundial de alta qualidade. Deus ajudou-me hoje para conseguir algo especial. "

Após os recordes conquistados neste sábado, Dibaba tem mais duas competidoras, que chegaram nas primeiras colocações do Quênia e estão figurando entre as três primeiras. A briga pela medalha olímpica, Etiópia estão rivalizando em termos. Vamos ver se mais esse recorde dure até o as Olimpíadas.

Ranking da IAAF:
1 – Tirunesh Dibaba (Etiópia) – 14:11”15
2- Lucy Kabuu Wanqui (Quênia) – 14:33”49
3- Ejegayehu Dibaba (Etiópia) – 14:36”78
Arnaldo de Sousa, Jornalista e Corredor
Texto e foto: IAAF

quarta-feira, 4 de junho de 2008

Após a Maratona de São Paulo - descanse!



Do ponto de vista de saúde existem três fatores importantes que são observados na prática esportiva como auxílio na qualidade de vida: alimentação, adequada ao gasto calórico conforme atividade física, treinamento, de acordo com o atual nível técnico e interesse do praticante, e o descanso.

Mas, como o descanso pode auxiliar no treinamento e na recuperação pós maratona?
Conforme pesquisas apresentadas no 49o. American College of Sports Medicine, em St. Louis - nos Estados Unidos, foi demonstrado como reage o organismo de um atleta que é submetido a provas de longa duração (superiores à 4 horas de esforço).

Quando um atleta participa de uma competição, sua musculatura "sofre" microtraumas - não se preocupem, pois é natural, daí a necessidade das 48 horas de recuperação (este é o tempo que o nosso organismo leva para se recuperar de um esforço mais intenso).

Nos dias que seguem a uma competição como a Maratona de São Paulo, o ideal recomendado pelos médicos fisiologistas, é fazer outras atividades como: alongamentos, natação (de forma relaxante), pedalar em bicicleta ergométrica, massagem, ou mesmo como algumas pessoas preferem - dormir até mais tarde.

Portanto, fica contra indicado, trabalhos com sobrecarga, em academia e corrida em ritmo forte.
Outro fato, apresentado no American College - é que durante o descanso o músculo se fortalece (não confundam sedentarismo - e sim estímulo e recuperação).
Para distâncias como a maratona (42.195 metros), o ideal é um dia de descanso para cada quilometro corrido, e não participar de mais de uma maratona por ano, para evitar o envelhecimento precoce das células.

Quanto maior o tempo de esforço como nas provas de ultramaratona (100 Km ou mais), e o Ironman - 3.8 Km de natação, 180 Km de ciclismo e 42.2 Km de corrida, os cuidados são triplicados, e para a maioria dos mortais é contra indicado pelos médicos especialista em esporte.
Agora se você costuma exagerar na dose, vale a pena estar em dia com o seu seguro saúde, e bom descanso.

Wanderlei de Oliveira

terça-feira, 3 de junho de 2008

Uma boa ação



Ontem fizemos uma boa ação que, cá entre nós, não precisava ter acontecido.
Já são doze as edições da Maratona de São Paulo nas quais a Anna (minha mulher) com o apoio de suas irmãs, da Verinha e de mais alguns amigos, monta no km 36 da Maratona de São Paulo, um posto voluntário de distribuição de frutas para todos os corredores.

O posto começa a ser organizado às 6 horas da manhã e permanece em funcionamento até a passagem do último corredor em torno das 15 horas.

Neste ano, como os últimos corredores que passavam mostravam-se muito cansados, resolvemos, a Anna e eu, avançarmos com um segundo posto no km 38, para dar um suporte adicional aos últimos que ainda passavam. Vale lembrar que já estávamos com cinco horas de corrida.

Resolvemos que ficaríamos nesse segundo ponto até a passagem do último corredor. Quando os ônibus que recolhem os desistentes apontaram na saída do túnel, notamos que à frente deles vinha um corredor caminhando. Na verdade se arrastando. Ele estava todo travado, mal conseguia andar. O nome dele é Antonio.

Quando ele se aproximou de nós, disse que estava abandonando a prova, pois, não conseguiria chegar ao Ibirapuera. Realmente ele tinha razão no que falava. Certamente não conseguiria.
Enquanto ele saia do percurso imaginei tê-lo ouvido perguntar a alguém que por lá estava, onde ficava a ponte nova.

Enquanto íamos embora, a Anna e eu conversávamos sobre o Antonio e a história de perguntar onde ficava a ponte nova. Pegamos nosso carro e entramos no congestionamento que estava na JK.

Algum tempo depois conseguimos sair da JK e entrar na Funchal. Nesse momento avistamos o Antonio que caminhava com muita dificuldade. Acho que nesse tempo (cerca de 20 minutos) ele havia conseguido andar uns 200 metros. Para piorar, fazia muito frio e garoava.
A Anna me falou para parar, pois, achava que não dava para deixá-lo por ali. Dito e feito, enquanto eu estacionava o carro ela perguntava para o Antonio se ele queria uma carona.

No caminho quando lhe perguntamos sobre seus treinos e corridas, soubemos que ele tinha participado de uma corrida no mês passado e que não treinava e que tinha acabado de concluir que daqui em diante precisaria começar a treinar.

Pois bem, levamos o Antonio até a ponte estaiada. Lá chegando, quando lhe perguntei onde ele queria descer, ele me disse que não sabia, pois, precisava achar o local onde havia acorrentado sua bicicleta.

Dá para imaginar o que se passou em minha cabeça.

Pois é, o Antonio havia saído de casa em Carapicuíba, pedalado até o local da largada, acorrentado a bicicleta, partido junto com os outros corredores e abandonado a prova no km 38.
Rodamos com o carro por todos os lados da ponte. Por sorte, depois de algum tempo, conseguimos achar a bike do Antonio.

Ela estava lá acorrentada. Sua roupa estava presa junto da bicicleta, toda molhada, afinal choveu durante boa parte do dia.

Até agora não consegui e acho que levará um bom tempo para esquecer esse acontecimento. Gostaria de saber a que horas o Antonio chegou em casa.

Ficamos com uma sensação de termos feito uma boa ação, porém, francamente, isso não poderia e não precisava ter acontecido.

A falta de informação e de preparo de muitas pessoas que, como o Antonio, se aventuram em uma prova dura como essa, ao invés de trazer qualquer tipo de benefício, acaba colocando em risco sua própria saúde e segurança.

Por isso lembre-se sempre que se quiser correr, treine, porém treine de forma sistemática e séria, acompanhado de pessoas competentes que saberão preservá-lo de riscos desnecessários.

Antonio Carlos Fiore, administrador de empresas e corredor
Foto: Revista O2

segunda-feira, 2 de junho de 2008

“Paciência”



Foi assim que Claudir Rodrigues definiu sua vitória na décima quarta edição da Maratona Internacional de São Paulo. Rodrigues que em momento algum era apontado como um dos prováveis vencedores, devido à quantidade de corredores do Quênia presentes no grande evento.

Claudir correu de forma consciente, programada e focado no seu objetivo. Passou os 21 quilômetros para 1h08min. Qualidades importantes para um corredor de longa distância. Resultado final: - campeão com 2h17min07seg.

Um ótimo resultado para o novo percurso da maratona, com muitas idas e vindas, além das várias subidas ao longo dos 42.195 metros.

Já os quenianos Mutai Kiplemei, Paul Kiplemoi e Mutai Kiprop, foram perseguidos bravamente pelo brasileiro Francisco Barbosa dos Santos, todos lá estavam como “coelhos”, ou marcadores de ritmo.

Quem eles estavam puxando, ninguém sabe, pois o ritmo alucinante não era compatível com os resultados das últimas edições da Maratona de São Paulo que oscilam entre 2h16min e 2h20min.

No ritmo que eles estavam seriam os vencedores da São Silvestre (15 Km) em que eles passaram para 45 minutos. (O Francisco Barbosa conseguiu segurar até o quilômetro 38 quanto foi ultrapassado por Marcos Antonio Pereira que chegaria à terceira colocação (2h18min09) e o “Chiquinho” na quarta colocação com 2h18min25).

Luiz Carlos Fernandes da Silva, foi uma grata surpresa. Estreante em maratona fez uma corrida crescente, nos últimos dez quilômetros comentou que correu como se estivesse iniciando a prova. Luiz Carlos mora em São Paulo e conhece bem as dificuldades do trajeto, optou por uma corrida cautelosa e deu certo, fechou em 2h17min24, conquistando a segunda colocação.

Baldaia é bi-campeã
A simplicidade da Maria Zeferina Baldaia é contagiante. Festiva como sempre, se ornamentou para a prova pintando suas unhas nas cores da bandeira nacional. Depois da sua vitória na meia-maratona de Stramilano na Itália, se consagrou na Maratona de São Paulo com o bi-campeonato com 2h42min20seg.

Wanderlei de Oliveira
Foto: Sérgio Shibuya/ZDL

domingo, 1 de junho de 2008

Recorde mundial nos 100 metros agora pertence a Usain Bolt: 9s72m


Nova York (EUA) – Antes, bem antes das Olimpíadas de Pequim, o jovem de 21 anos e também jamaicano Usain Bolt acaba de bater o recorde mundial nos 100 metros rasos com o fantástico tempo de 9:72, no sábado (30/05) no Meeting de Atletismo de Nova York, de acordo com informações da International Association of Athletics Federation (IAAF).

Conforme Run For Life analisou na semana passada, Bolt havia atingido a melhor marca do ano ao cravar 9:76 (naquele momento era 2 milésimos acima de seu compatriota Asafa Power).

A corrida aconteceu no mesmo estádio onde Leroy Burrell havia estabelecido um recorde mundial em 1991 nos 100 metros com o antigo tempo 9:90.

A vitória de Bolt teve um sabor especial, pois ele corria ao lado do norte-americano Tyson Gay, atual campeão dos 100 metros pela IAAF. Nesta prova Gay terminou em segundo lugar com o tempo de 9:85.

“Eu sabia que poderia vencer Tyson fora dos blocos, eu poderia ganhar a corrida”, informou à IAAF, Usain Bolt, que na realidade é especialista nos 200 metros e usava os 100 para treinamento.

"Bater o recorde mundial é importante, mas isso nem se compara com ganhar uma medalha olímpica. Amanhã alguém pode quebrar minha marca. Mas se for campeão olímpico, o título é meu por quatro anos", disse Bolt às agências internacionais.
Texto e foto: IAAF
Editado por Arnaldo de Sousa

Dobradinha brasileira na 14ª Maratona de São Paulo



A 14ª Maratona Internacional de São Paulo, realizada neste domingo (01/06) fez dobradinha brasileira na primeira colocação. E desta vez dos dez vencedores (cinco homens e mulheres) nove foram brasileiros. Apenas no masculino, o quarto colocado foi um solitário queniano.

Às 6 horas da manhã, o clima frio que tinha tudo para ajudar os corredores, acabou atrapalhando, pois caía uma chuva fina ajudando a congelar a maioria que dependia do traslado do Ibirapuera para a largada na Avenida Roberto Marinho. Chegar com o corpo frio à largada impunha um desafio a mais para os amantes da corrida.

Milhares de corredores optaram pelo translado. Entre 7h30 e 8 horas, ainda havia muita gente para a pequena quantidade de ônibus que, naquele momento, não era suficiente para o público que recebia água de chuva na cabeça. Resultado: houve alguns tumultos, gente furando fila, alguns reclamando, várias filas para poucos organizadores e ônibus no local.

“Esta foi a primeira vez que a Maratona de São Paulo começa e termina em lados opostos. Foi tudo perfeito. Conseguimos colocar 12 mil pessoas na largada”, comemorou Thadeus Kassabian, diretor da Yescom.

Esse tipo de controle com ônibus de traslados foi bem eficiente na corrida organizada pela Nike com cerca de 25 mil corredores para três tipos de provas num mesmo dia. Como foi a primeira experiência da Yescom, provavelmente alguns ajustes serão feitos para o próximo ano.

A competição
A prova feminina começou às 8h30 com a elite ditando o ritmo mas coesa com várias competidoras formando um bloco em que a primeira posição era revezada entre as participantes. Já a maratona dos homens começou às 8h58 com quatro corredores liderando a competição. Três quenianos e um brasileiro (Francisco Barbosa dos Santos, o Chiquinho).

Segundo os organizadores, os quatro primeiros eram contratados para serem coelhos da prova. No início, parecia que o trio queniano iria liderar a corrida inteira, parecendo estarem bem. Eles dividiam água, estavam fazendo uma corrida forte ao redor de 3min/km. Nos 10 km eles passaram exatamente para 30 minutos. De repente no km 18, os três quenianos tiraram o pé, desistindo da corrida e o brasileiro (também coelho: Chiquinho dos Santos) assumiu a liderança, mantendo o ritmo.

“Nossa proposta era liderar até o km 21, mas se ele estivesse bem, iria até o fim”, comentou Alexandre Minardi, chefe da equipe Cruzeiro que é treinada por Adalto Domingues.

É a primeira maratona de Chiquinho. Apesar da pouca experiência, aos 31 anos, o pernambucano de Bodoró, ainda vai ser bastante comentado em competições de fundo. Ele liderou com maestria do km 18 até o km 38, quando foi ultrapassado pelo gaúcho de Santa Maria, Claudir Rodrigues e pelo paulista Luiz Carlos Fernandes da Silva e pelo baiano Marco Antonio Pereira.

“Eu era o coelho da prova. Estou feliz com o quarto lugar. Nos km 38 eu sentia muita dor e não conseguia avançar mais. Como essa foi a minha primeira maratona, agora vou treinar mais focado para os 42,1 km e não para 21 km”, enfatizou Chiquinho.

A Maratona de São Paulo teve 2 mil pessoas envolvidas na organização e contou com seis bandas de rock espalhadas pelo percurso para animar os corredores. Foram distribuídos 380 mil copos com água mineral que precisaram de 18 toneladas de gelo para deixá-los ao ponto de beber.

Os vencedores
“Nós tínhamos planejado passar na meia em 1h18. E foi assim. São Paulo sempre é difícil mas conseguimos terminar em 2h17min. Meu melhor tempo foi em Porto Alegre com 2h15. Em 2002, não completei em São Paulo”, comentou Claudir Rodrigues que treina ao redor de 180 km por mês.

De acordo com Rodrigues, que é do sul do Rio Grande do Sul, região costumeiramente fria, o clima paulista o fez sentir em casa. “Esse frio me fez lembrar de casa”, brincou o atleta que estava à vontade ao final da prova.

Entre as mulheres a competição foi mais acirrada. O bloco de corredoras da elite (Maria Zeferina e Edielza chegaram no mesmo minuto, seguida de perto por Marizete, que vinha de uma contuzão de oito meses) estava firme e parecia que todas iriam juntas até o final.

“Foi uma prova forte. Saímos no ritmo. Corremos o tempo todo no bloco. A prova foi definida no km 25. Senti o frio na largada e muitas poças de água ao longo do percurso. No km 38 senti uma pequena cãimbra, mas consegui terminar bem”, definiu a campeã, Maria Zeferina Baldaia.

Classificação do pódio masculino (hora, minuto e segundo)
1 – Claudir Rodrigues (Brasil) – 2h17’07”
2 – Luiz Carlos Fernandes da Silva (Brasil) – 2h17’24”
3 – Marco Antonio Pereira – (Brasil) 2h18’09”
4 – Francisco Barbosa dos Santos (Brasil) – 2h18’25”
5 – Rotich Philion Chemlany (Quênia) – 2h18’46”

Classificação do pódio feminino
1 – Maria Zeferina Baldaia (Brasil) – 2h42’20”
2 – Edielza Alves dos Santos (Brasil) – 2h42’44”
3 – Marizete Moreira dos Santos – (Brasil) 2h43’28”
4 – Luiza de Souza Pinto (Brasil) – 2h46’05”
5 – Sueli Aparecida Vieira (Brasil) – 2h50’14”

Arnaldo de Sousa, jornalista e corredor
Foto: ZDL Comunicações